Publicado em 04/08/2017

Senar/MS: produtores realizam encontro sobre a produção de pitaya

Evento é uma iniciativa do Sindicato Rural de Figueirão

Neste sábado (05), o Sindicato Rural de Figueirão, em parceria com o Senar/MS – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, realiza o 1º Encontro de Produtores sobre a Cultura da Pitaya.

O evento, que vai acontecer na Fazenda Piraputanga, apresentará resultados obtidos por meio do Programa de Assistência Técnica e Gerencial do Senar/MS – Hortifrúti Legal. A programação contempla palestras e giro tecnológico sobre o sistema produtivo da culturaonde serão abordados diversos assuntos como preparo de solo, sementes e mudas, espaçamento de plantio, coveamento e adubação, irrigação, plantio e sistema de sustentação, adubação de cobertura, tratos culturais, colheita, custos de produção e comercialização.

Sobre a fruta – A planta que produz a pitaya é uma cactácea originada na América do Sul, mas que, na última década, se popularizou em outros continentes. Com sabor peculiar e adocicado, o fruto é rico em vitaminas e a polpa tem alta concentração de fibras, além de possuir baixo teor calórico e ação laxante, segundo boletim técnico da Universidade Federal de Lavras. No Brasil, ainda são poucas as regiões que investem na cultura, que é comercializada entre R$ 30 a R$ 60 o quilo.

Sobre o ATeG – O Hortifruti Legal é desenvolvido em Mato Grosso do Sul por meio do programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG). O superintendente do Senar/MS, Lucas Galvan, reforça o diferencial do ATeG no desenvolvimento local. “Esse primeiro encontro comprova o resultado positivo do trabalho desenvolvido pela metodologia ATeG com o público assistido: Em Figueirão, a principal atividade é a pecuária de corte, contudo, os produtores rurais avaliaram que é possível diversificar a propriedade aproveitando áreas com vocação para a hortifruticultura. O conhecimento que transforma a produção, melhora a produtividade e impulsiona a eficiência, tem proporcionado incremento financeiro aos produtores rurais atendidos pelo Senar/MS”.

Fonte: Assessoria de Comunicação Senar/MS – Rodrigo Corrêa